Flanelinhas voltam aos Jardins
Na foto, um flagrante: a frente da igreja São José, no Jardim Europa, tornou-se novamente um dos pontos prediletos para atuação de flanelinhas. A AME JARDINS vem alertando as autoridades de segurança sobre esta prática recorrente não só na região, mas também nas imediações da Igreja Nossa Senhora do Brasil e nas praças dos Incas e Adolpho Bloch, além das que se encontram atrás do Shopping Iguatemi.
A atuação dos flanelinhas nos Jardins foi controlada durante um período. No entanto, como se pode observar, a situação voltou ao que era antes.
A AME JARDINS reforça, aos moradores da região e visitantes do bairro, o pedido para que redobrem a atenção nestas áreas. Caso tomem conhecimento de outras localidades com presença de flanelinhas, por favor, entrem em contato com a Associação, pelo e-mail amejadins@amejardins.com.br ou telefone 3097-0911.
AME JARDINS participa de matéria no Jornal da Gazeta
AME JARDINS celebra parceria com a ILUME
A AME JARDINS dá mais um passo em busca da melhoria da segurança nos bairros e firma parceria com o Departamento de Iluminação Pública – ILUME.
Em visita no último dia 1, o diretor executivo da AME JARDINS, João Maradei, recebeu a visita do diretor de divisão técnica do ILUME, Paulo Milton Sássi Jr, para celebrar o sucesso da parceria iniciada no começo deste ano, e que visa melhorar a iluminação do bairro, aumentando, assim, a segurança das ruas. As lâmpadas de vapor de mercúrio, de cor branca, estão sendo trocadas por lâmpadas de vapor de sódio, de cor laranja, mais potentes.
A troca já foi realizada nas ruas Dinamarca, Polônia, Áustria, Peru, Cuba, Ibiapinópolis, Manduri, Cel. Irlandino Sandoval, na Al. Gabriel Monteiro da Silva e na Praça Guilherme Kawall. As próximas localidades a serem contempladas pelo acordo serão as praças Califórnia e Gastão Vidigal.
Histórico
A iluminação pública no Brasil data, inicialmente, de 1830, quando eram utilizados lampiões de azeites para a iluminação das ruas. Em 1847, a Câmara Municipal de São Paulo contratou uma empresa para iluminar as ruas da cidade com um gás iluminante obtido do carvão, mas já em 1862 houve nova mudança, e os postes paulistanos passaram a usar azeite fotogênico resinoso como combustível. De 1863 a 1973, o número de lampiões passou de 160 a 700 em toda a cidade, todos utilizando o gás hulha para iluminar as ruas e calçadas de São Paulo.
A primeira lâmpada elétrica para iluminar as vias públicas foi usada em 1879, na estação Rio da estrada de ferro D. Pedro II. A cidade de São Paulo só recebeu as primeiras lâmpadas elétricas em 1905, na rua Barão de Itapetininga, no centro de São Paulo. Hoje, a rede de iluminação pública da cidade conta com 560 mil lâmpadas, distribuídas por uma rede de cobre de cerca de 17 mil km. O consumo dessas lâmpadas representa 10% da produção de uma turbina da usina de Itaipu.
Você sabe o significado do dia 9 de julho?
Em 1932, o povo paulista iniciou uma revolução contra a ditadura de Getúlio Vargas, reivindicando liberdade e democracia por meio de eleições gerais e uma nova Constituição para o Brasil. Esse movimento tornou-se conhecido como Revolução Constitucionalista.
A população foi as ruas protestar e alguns dos ícones da revolução foram assassinados antes mesmo da eclosão da luta armada. No dia 23 de maio, os heróis MMDC: Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo tornaram-se mártires do movimento, pois morreram clamando por liberdade e legalidade.
A revolução foi derrotada nas armas pelo governo de Getúlio Vargas, mas o sentimento de democracia espalhou-se pelo país, e em 1933 formou-se a Assembleia Constituinte, que promulgou em 1934 a Constituição tão reivindicada pelos paulistas.
Nossa atual bandeira de São Paulo – proposta pelo jornalista Júlio Ribeiro em 1888 – foi amplamente adotada durante a Revolução, tornando-se um símbolo da luta. A bandeira só seria oficializada na Constituição Paulista de 1947, depois do fim do Estado Novo.
O Obelisco Mausoléu dos Heróis de 32, também conhecido como Obelisco do Ibirapuera, foi construído em 1947 e finalizado em 1970. As inscrições em suas quatro faces homenageiam todos os mortos durante a Revolução com os dizeres:
"Aos épicos de julho de 32, que, fiéis cumpridores da sagrada promessa feita a seus maiores - os que moveram as terras e as gentes por sua força e fé - na lei puseram sua força e em São Paulo sua Fé."
Crédito da foto: Samuel L. F. Jr.
Diretor executivo da AME JARDINS visita base comunitária da Chácara Klabin
Esta é a primeira base comunitária equipada com uma central de vigilância. Os equipamentos foram todos doados pela iniciativa privada e o prédio foi construído com ajuda dos próprios moradores do bairro, com vidros blindados, aparelho de ar condicionado, vestiário e copa, a um custo de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais).
A central de vigilância conta, atualmente, com seis câmeras, que monitoram os arredores da base. A expectativa, no entanto, é que, até o final do ano, 25 outras sejam instaladas nas ruas do bairro. No futuro, a central de vigilância da Chácara Klabin deverá ser integrada ao sistema do COPOM – Centro de Operações da Polícia Militar, que controla várias câmeras espalhadas pela cidade. A PM já assumiu os trabalhos na área, mas a associação dos moradores da Chácara Klabin permanece colaborando com a manutenção da base.
Confira as fotos da visita da AME JARDINS à base da Chácara Klabin.
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Associação de Moradores dos Jardins América, Europa, Paulista e Paulistano, a AME JARDINS é uma organização sem fins lucrativos, comandada por um comitê integrado por membros associados, moradores da região, que trabalham voluntariamente.
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